quarta-feira, 20 de Agosto de 2008

de chorar a rir

feminismo e tal, abrir parêntesis...

video

... fechar parêntesis.

terça-feira, 19 de Agosto de 2008

ir às compras sempre tem efeito anti-depressivo!

... especialmente se as mesmas forem feitas na loja adequada. por exemplo, na Friday's Project do Dolce Vita.

a Friday's Project do Dolce Vita tem uns espelhos fantásticos, que fazem a nossa pele parecer saída de um lifting do tipo "objectivo: rejuvenesça 10 anos". estão a ver aqueles anúncios para cremes anti-celulite, com o "antes" e o "depois"? em que 90% da melhoria é devida ao efeito das luzes, e não ao uso do creme (isto nos anúncios em que efectivamente fotografam o mesmo par de pernas)? pois bem, são ESSAS luzes. a Friday's Project do Dolce Vita é o "depois".

já a Pull & Bear do Norteshopping... minhas amigas... não ponham lá os pés. ou ponham, mas não se descalcem nem tirem peças de roupa que estejam a cobrir zonas críticas.

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(queria umas luzes estilo "depois" para pôr no meu quarto. onde será que se arranjam? no IKEA?)

ainda não entendi...

... que tendência recente é esta da população masculina do meu escritório para ir jogar squash.

que aconteceu à célebre futebolada, mais acessível a todos e tão útil no reforço do espírito de equipa? terá passado de moda? será pouco intimista? ou apenas não serve como símbolo de status?

domingo, 17 de Agosto de 2008

places I've been to, stories untold


sexta-feira, 15 de Agosto de 2008

no regrets?

como me irritam aquelas pessoas que aparecem na capa da "Caras" com um sorriso do tamanho do mundo e citações do género "não me arrependo de nada" ou "se pudesse voltar atrás, faria tudo igual". hello? se voltasse atrás faria tudo igual? isso pretende ser o quê, um atestado de burrice, tipo "não aprendi nada nestes 35 anos de vida"?

pois eu, se voltasse atrás, faria muita coisa diferente. não que pretendesse erradicar tudo o que supostamente correu mal, até porque tenho excelentes recordações de experiências globalmente menos positivas, e as marcas que aquelas me deixaram fizeram muito pela pessoa que sou hoje. mas por favor, não tenho nem nunca terei a presunção de ser um ser tão auto-satisfeito e auto-confiante que me possa dar ao luxo de não mudar nada no meu passado porque toda a minha vida foi PERFEITA nas suas lindas imperfeições.

se pudesse voltar atrás, gostaria de persistir em coisas que abandonei, e de abandonar mais cedo coisas nas quais persisti tempo demais. tentaria aproveitar cada momento como a dádiva de saúde, liberdade e juventude que representa. gostaria de rir mais, de ousar mais, e de ficar menos vezes tolhida pelo medo. e cuidaria melhor de mim e dos outros.

e claro, ter esta percepção significa pô-la em prática agora, quando ainda há tanto tempo, para que não venha daqui a dez anos constatar que fui apenas coerente nos erros e colmatar, com um sorriso de arrependimento disfarçado, "ah não, não mudava nada...".

domingo, 3 de Agosto de 2008

o meu primeiro anti-rugas! :-)


sábado, 2 de Agosto de 2008

a protagonista não tem idade

acabei de ver um filme na mov entitulado "o amor não tem idade". penso que o objectivo do filme era mostrar que, mesmo a partir dos 60 anos (ou mais), as pessoas não perdem a capacidade de se apaixonarem e divertirem.

tal propósito de esperança perdeu-se completamente pelo facto de todas as principais protagonistas do filme terem a cara repuxada de plásticas e serem mais magras do que eu (30 anos mais nova).

curiosamente, a única "anciã" que não aparentava ter ido à faca e que era rolicinha ficou só no final do filme. o que vale é que tinha um cãozito para lhe aquecer os pés. sorte, ah?

sexta-feira, 1 de Agosto de 2008

lição 2: a felicidade é uma escolha

esta é uma das minhas favoritas.

porque não somos, hoje, felizes e realizados? provavelmente estamos à espera que a vida nos traga o emprego, o homem, os amigos e os filhos dos nossos sonhos. queremos uma família perfeita e dinheiro para comprar casas, carros e viagens fantásticas! exigimos não menos do que saúde, beleza e juventude para nos sentirmos bem com nós próprios.

o problema desta atitude é que agimos como se a vida estivesse em dívida para connosco, e construímos as nossas expectativas com base nessa crença (mais ou menos) subconsciente.

a vida não nos deve nada. cabe-nos a nós decidir se seremos felizes com o que temos ou não.

vejo repetidamente casos de pessoas envoltas em problemas emocionais, financeiros, de saúde, e que os encaram com uma energia e optimismo para mim quase sobre-humanos. e vejo, no vértice oposto, pessoas que, apesar de não terem males maiores, não conseguem evitar sentirem-se insatisfeitas e incompletas.

é claro que as pessoas do primeiro grupo têm também mais força para ir à luta, e logo maior probabilidade de obterem bons resultados.

a vida irá sempre fustigar-nos com todas as leis de murphy possíveis e imaginárias.

cabe-nos decidir se vamos sentar-nos de braços cruzados a lamentar o sucedido, ou alegrar-nos com o lado positivo do menos bom e continuar a caminhada, sorrindo.