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domingo, 26 de setembro de 2010

os primeiros dias a seguir aos 33


estou a sobreviver bem, apesar da crise de meia-idade (terço de idade?) que ameaçou instalar-se.

nada que não se tenha resolvido com uma noite de salsa (a dança, não o vegetal) e uns quantos "mas pareces tão mais nova!!" arrancados a amigos e amigas previamente instruído(a)s nesse sentido.

"e porquê uma crise aos 33??", perguntais vós. porque não aos 30 ou aos 40, que são números tão redondinhos? ou mesmo aos 35, que se não me engano é ainda o limite acima do qual um indivíduo deixa de ser considerado "jovem" (pelo menos no que toca a usufruir de descontos em viagens, inscrições em ginásios, etc etc)?

é que tem muito mais piada ter uma crise aos 33. reparem na sonoridade: "trinta e três". é poético em todas as línguas, até no alemão (dreiunddreissig). e poesia em alemão não é pêra doce, especialmente se nos pusermos a contar sílabas métricas em palavras com vinte letras ou mais.

o número 33 tem, também, um incontornável simbolismo religioso (crucificação de cristo e número de milagres por este, alegadamente, levados a cabo). ora, e o que faz a maioria das pessoas quando entra em crise? começa a rezar. lá está! faz todo o sentido.

melhor ainda: 33 é o título de uma canção dos smashing pumpkins que me apela bastante à alma e ao ouvido... arrisco dizer que terá sido composta quando o billy corgan tinha essa mesma idade - o que nos coloca par a par em termos de reflexões sobre o sentido da vida... uma honra.

após rápida consulta à wikipedia, posso ainda afiançar que 33 é o número atómico do arsénico (quando rezar não resulta... piadinha) e a temperatura à qual a água ferve (e a ferver se fica numa crise destas, é claro. e durante a menopausa. mas isso é para depois).

deixo aqui o link para os interessados no post, fãs de numerologia ou simplesmente companheiros da mesma idade:

quanto à crise dos 33 em si, está neste momento, tal como expliquei, de repouso. quanto mais não seja enquanto durar a crise do "não posso crer que amanhã é segunda-feira outra vez!".

vidas...

quinta-feira, 29 de julho de 2010

para além do sofá e da cama


... também já li livros:
  1. no ginásio, entre séries de exercícios de musculação;
  2. numa festa em que não me apetecia falar com ninguém;
  3. numa festa em que não conseguia falar com ninguém (barreira linguística);
  4. enquanto esperava a chegada de um(a) amigo(a) (raridade, mas já aconteceu);
  5. no metro e no autocarro;
  6. na praia;
  7. ... segue lista de sítios mais "usuais"... como cama e sofá.

nota: o cenário 2 ocorreu repetidas vezes durante a minha infância. e não, eu não era uma criança lá muito popular, pois claro.

[mas os pais e professores gostavam bastante de mim. acho que, se pudessem, todos quereriam adoptar-me.]

segunda-feira, 10 de maio de 2010

quer-se dizer...


anda uma gaja não sei quantos anos a tentar entender como pode ser menos "desligada" (pedir definição exacta aos amigos e pais s.f.f.), a entrar em contacto com as suas emoções, a descobrir como sair de si própria e aproximar-se dos outros...

... e vem agora este senhor (cuja linha de pensamento eu muito respeito, by the way) dizer que o segredo da felicidade é o desapego. mais nada. quer paz interior? desapegue-se. quer libertar-se das reacções negativas do ego - ira, ansiedade, medo, etc? desapegue-se.

das pessoas, dos bens materiais, dos acontecimentos. desapego, desapego, desapego.

e agora?

com esta é que o gajo me lixou...

segunda-feira, 26 de abril de 2010

elegia a um anel (e não só), em forma de prosa sentida

quando comecei a trabalhar na minha actual empresa, há sete anos atrás, era uma pessoa diferente.

vivia a um ritmo diferente - mais lento. usava o autocarro e as sapatilhas como principais meios de locomoção.

quando pegava numa tarefa, não pensava imediatamente na forma mais eficiente de a executar, empenhava-me "apenas" em fazê-la de forma perfeita. não começava pelas rubricas mais caras, mais polémicas ou mais do agrado do chefe: começava pelo início e terminava no fim, como quando se lê um livro.

qualquer relatório que saísse das minhas mãos era preparado com a diligência de quem sabia ser aquela uma contribuição importante para melhorar qualquer coisa no mundo.

quando comecei a trabalhar não bebia café; bebia chá, porque o café deixa-me ansiosa.

não compreendia as pessoas que usam o elevador e o carro para tudo, e depois passam horas no ginásio a carregar pesos.

não compreendia as pessoas que passam a semana a suspirar pela 6ª feira - como se se pudesse viver apenas dois dias em cada sete!...

...

mais tarde aprendi que os meus relatórios, muitas vezes, não serviam para nada, e que o café era necessário para aguentar um certo ritmo de trabalho e de reuniões no qual, verdade seja dita, mal sobra tempo para ir ao WC.

há quatro anos atrás, eu olhava através das paredes envidraçadas do escritório e sossegava a alma nas árvores lá fora - a vontade de partir o vidro e de correr por entre elas era tanta!... alguns meses depois, cortaram as árvores para construir uma nova fábrica que faliu antes sequer de abrir.

há não muito tempo atrás, eu entrava nesse mesmo escritório e perguntava-me se todas aquelas pessoas que lá trabalham terão noção de quão louco e inútil é o seu dia-a-dia, por entre facturas e e-mails e intermináveis listas de números.

...

ontem conheci um rapaz de 28 anos que sentia - presumo - o mesmo que eu. por isso demitiu-se do emprego que tinha e vai tirar seis meses da sua vida para dar a volta ao mundo. estava embriagado de excitação e também de algum receio, mas orgulhoso de si próprio - e todos nós, muitos mal o conhecendo, orgulhosos dele.

ontem, também, perdi no verde do englischer garten o meu anel da serpente, aquele que comprei há anos e que usei durante anos, e cuja ausência me faz sentir algo despida.

aquele que comprei para jamais me esquecer de um momento mágico, deitada na relva - numa outra relva, num outro país que não este - com os olhos postos no céu azul e o rufar dos tambores em redor. o mesmo anel que foi abençoado por uma das minhas amigas do coração e que eu sempre usei para nunca me esquecer da pessoa que fui nesse momento - calma, plena, feliz, em sintonia com o mundo. para que nunca me roubassem essa pessoa.

era o meu anel da renovação e da força interior.

sei que o perdi ontem porque era o momento de perdê-lo. não sei, ainda, o motivo.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

é caso para dizer que estão a pôr a Wagen à frente dos Oxen

ligaram-me dos recursos humanos de munique a averiguar, entre outras coisas, se tenciono transportar mobília para lá.

agora, chegarem-se à frente com uma proposta de numerário e demais condições, isso é que não, good grief!

uma coisa de cada vez, que eles são muito organizados.

domingo, 11 de outubro de 2009

(des)lavagem cerebral bem-vinda

  • celebridades num "bad-hair-no-makeup-day":

http://wp.clicrbs.com.br/pretinhobasico/2008/08/28/campanha-pela-beleza-real/


  • campanha pela beleza real (dove) - vale a pena ver os vídeos!


(i feel pretty lalala... oh so pretty lalala...)

sábado, 10 de outubro de 2009

proud to be a redhead(ish)


some facts which - finally - make me feel less awkward and whiny:

  • scientists have found that redheads, carriers of a particular variant of the melanocortin-1 receptor gene (MC1R), appear more sensitive to pain and temperature than darker haired folk (would explain why I can't stand the sun - I);

  • redheads are more sensitive to ultraviolet light, which is why they burn more easily in the sun, and it predisposes them to skin cancer (would explain why I can't stand the sun - II);

  • redheads have some of the thickest hair, not the most number of strands but the thickest. an average head of hair has about 100,000 strands; redheads average 900,000; blondes 120,000 (would explain why I used to need two persons at the same time to comb and iron my hair LOL);

  • there is a belief that redheads are prone to industrial deafness, which actually could be true as the melanocytes are found in the middle ear (would explain why I can't stand loud music anymore);

  • redheads don't turn grey: red hair turns sandy, then white. they are also found to loose their color later in life than people carrying other hair colors (yey!);

  • bees are thought to sting redheads more than others (would explain why I am terrified of bees more than of any other insect/animal in the world);

  • the highest percentage of natural redheads in the world is in Scotland (13%), followed closely by Ireland with 10% (always wanted to move to the UK eheheh).

... and suddenly all my lifelong traumas are explained... by the rare and stunning red hair color!

oh joy! :-D

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

sobre as ditas amizades coloridas

no such thing, in my opinion.

pelo menos não na sua definição idílica, que seria algo do género: misto de amizade e sexo, sem demais compromisso das partes, mantendo cada um a sua liberdade individual, de forma descomplicada, para benefício de ambos.

se dedicar 20 segundos do meu cérebro ao tema, não me ocorre nenhuma tal situação em que uma das partes não tenha saído magoada. se dedicar 45 segundos ao tema, já me ocorrem situações em que a amizade saiu preservada - mas também estas terminaram porque uma das partes estava interessada em algo mais.

na maioria das vezes, este "misto de amizade e sexo", acaba por ser um "lamentavelmente, a amizade já acabou por hoje; podemos servir-lhe apenas o sexo, com uma salada de indiferença à parte?".

e a cena do "sem compromisso"? ui. há lá coisa mais mal definida.

para alguns, "sem compromisso" equivale a dizer "boa queca, até qualquer dia. vemo-nos se nos voltarmos a ver." para outros, vai até ao limite oposto, o de "vamos indo e vendo... para já assim, mas pode ser que dê em algo mais".

e o que se propunha ser uma forma fácil e solta de pinar, acaba por levar um carimbo de COMPLICAÇÃO de todo o tamanho.

então, vamos lá chamar as coisas pelos nomes. começando talvez por deixar cair a palavra "amizade" do termo (tão em voga, hoje em dia), e substituindo the whole thing por um simples "quero ir para a cama contigo e mai' nada".

ah, e podem esquecer também a parte do "descomplicado". sim, que isto de querer ter sexo e intimidade e companhia sem levar com a parte complexa de ter uma relação... pois sim. não queriam mais nada, não?

diria eu que em 99% dos casos não resulta. leva-se sempre o pacote completo, como em muitas outras coisas na vida.

or so I think (and see).

domingo, 20 de setembro de 2009

a arte de plantar batatas

deolinda
"bem sei que há trolhas escritores, letrados estucadores e serventes poetas; e poetas que são verdadeiros pedreiros das letras.

e canta, em arte genuína, o pescador humilde, a varina modesta. e tanta vedeta devia dedicar-se à pesca...

por não fazer o que mais gosto, eu canto com desgosto o facto de aqui estar. e algures sei que alguém mal disposto ocupa o meu lugar.

e é a mudar que vos proponho! não é um passo medonho, em negras utopias; é tão simples como mudar de posto na telefonia...

proponho que troquem convosco... e acertem com a vida!"

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

reconciliei-me com a política (por 30 mnts diários)

vou confessar aqui uma verdade polémica para uma miúda classe média/licenciada como eu: ODEIO política.

quando tinha os meus 15 anos, costumava criticar a minha mãe porque a sua resposta à pergunta "em quem vais votar nas eleições?" era, invariavelmente, "sei lá... voto no partido em que o teu pai votar".

e lá lhe dava eu um nano-mini-micro-sermão sobre feminismo e consciência política blábláblá.

pois bem, ao que parece Deus castigou-me (nessa altura eu acreditava em Deus) com um brutal e incontornável desinteresse pela vida política nacional. que perdura até hoje.

eu juro que já tentei ver os telejornais, seguir as campanhas - em suma, estar atenta. mas... não dá.

é que, já viram?, a política neste país cai 99% das vezes em politiquice. perdem-se horas, dias, meses, a esmiuçar assuntos laterais como a licenciatura do primeiro-ministro ou o disse-que-disse-que-não-disse sussurrado nos corredores da AR. coisa de putos. a sério.

na escola primária era igual: dois grupos, um para cada lado; e cada um definia uma estratégia. um plano. depois havia os espiões, que se infiltravam no lado inimigo para sacarem informações. e os disse-que-disse, claro. e os jogos de poder. tudo representado a uma nano-mini-micro escala, mas que - podem crer - tem a mesma raíz dos jogos de poder dos adultos na política e na guerra.

francamente, não tenho pachorra. de um típico debate entre políticos portugueses tiram-se, na minha opinião, mais lições sobre psicologia e arte da retórica do que sobre economia, estratégia, convicções e planos. já para não falar na forma irritante como as opiniões se invertem quando a malta passa do Governo para a oposição e vice-versa. é inútil.

mas há esperança: a minha reconciliação com a vida política nacional passa afinal pelos gato fedorento. assim, sim: um programinha light, que resumidamente aponta alguns factos marcantes da campanha com a ironia que lhes é adequada (sim, que não dá para levar a coisa a sério!...). e com a entrevista final onde, por entre risadas, se consegue tirar a pinta aos nossos mui ilustres candidatos a PM e ainda levar com propaganda q.b.

é um programa semi-informativo, bem-humorado e com tempo de antena mais do que suficiente.

(que isto dos debates, enfim... vou contar-vos um segredo: o que eles dizem nos debates... não serve para nada.)

(seriously. experimentem lá fazer um resumo das ideias-chave no final. pura perda de tempo).

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

"impossible is nothing"


hoje dei a minha primeira sessão de formação... a primeira EVER!

nos meus tempos áureos, teria ficado aterrorizada com a perspectiva de falar durante horas seguidas diante de 15 pessoas, e teria matado a cabecinha a pensar que género de perguntas complicadas me poderiam eles fazer, de forma a não ser apanhada em falso num tema sobre o qual não estivesse à vontade.

basicamente, teria arranjado uma ou várias desculpas (dor de barriga, persiana partida, coisas mínimas para fazer no emprego que de repente se tornariam importantíssimas) para deixar tudo para a última hora, ir mal preparada e boicotar a formação. (o ser humano é lixado, não é?)

but not this time. não, não.

desta vez, preparei-me como deve ser. estudei o tema com entusiasmo (diferenças culturais no mundo dos negócios - adoro!). fiz um powerpoint giríssimo, inventei jogos, desenhei os marcadores de livros que entregamos no final da sessão como souvenir. diverti-me imenso a preparar tudo e - tcham tcham - a conduzir a formação!

senti-me tão à vontade e o feedback dos formandos foi tão positivo, que apenas tenho a dizer-vos, caros amigos, leitores e by-passers, que receio bem ser este

o primeiro dia do resto da minha vida.

só foi pena não oferecerem um par de sapatilhas no final. a malta merecia, ah! se merecia.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

carta do dia


9. Solitude

«Quando não existe "alguém significativo" em nossa vida, podemos tanto nos sentir solitários, quanto desfrutar da liberdade que a solidão traz. Quando não encontramos apoio entre os outros para as nossas verdades sentidas profundamente, podemos nos sentir isolados e amargurados, ou então celebrar o facto de que o nosso modo de ver as coisas é seguro o bastante, até para sobreviver à poderosa necessidade humana de aprovação da família, dos amigos, dos colegas.

Se você está enfrentando uma tal situação neste momento, tome consciência de como está optando por encarar o seu "estar só", e assuma a responsabilidade pela escolha que fez.

A figura humilde desta carta brilha com uma luz que emana do seu interior. Uma das contribuições mais significativas do Gautama o Buda para a vida espiritual da humanidade foi insistir junto a seus discípulos: "Seja uma luz de você mesmo". Afinal de contas, cada um de nós deve desenvolver em si a capacidade de abrir o seu próprio caminho através da escuridão, sem quaisquer companheiros, mapas ou guia.»

retirado daqui

terça-feira, 21 de julho de 2009

aplicável a tudo... menos aos sonhos

uma das maiores incongruências do ser humano: porque é que persistimos tanto em coisas que não valem a pena e lutamos tão pouco pelas que valem?

desistir não é fácil... exige coragem.

ser feliz exige coragem.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

princípio de Rachel

não é tanto o trabalhar bem sob pressão, mas antes o trabalhar bem sob antecipação.

se todos os dias de trabalho se cingissem a sextas-feiras ou a vésperas-de-ir-de-férias, eu seria a colaboradora mais rápida, eficiente e motivada da empresa!


P.S.- este post foi elaborado em 42 segundos.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

princípio de Peter

"Numa organização hierárquica, todo o funcionário tende a ser promovido até ao seu nível de incompetência, isto é, até ao grau a partir do qual já não possui competências para a posição que ocupa".

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

the good and the shelfish

numa época em que muito se ouve falar de “amizade colorida”, gostaria de apresentar-vos um conceito um pouco diferente (e não menos comum): o de “amizade de prateleira”.

qual a diferença entre os dois? muito simples: a amizade colorida, como é sabido, é a possibilidade de ter sexo e amizade (ou apenas sexo) com uma pessoa, sem abdicar da hipótese de saltar fora assim que apareça alguém mais apetecível. em resumo, é uma forma de passar o tempo até surgir algo melhor.

já a "amizade de prateleira” é um pouco mais subtil… não envolve necessariamente sexo (o mais comum é passar-se muito pouco ou mesmo nada em termos físicos) e consiste em manter a outra pessoa a uma distância segura, de forma a não termos um compromisso com ela, mas dando-lhe volta e meia um rebuçadito que a mantenha mais ou menos “à disposição”.

nunca ouviram falar? mentira… já ouviram, já. para nós, meninas, os “amigos de prateleira” são aqueles gajos que:
  • convidam para cinema, café, conversa íntima, etc etc, desaparecem do mapa sem mais nem menos e depois voltam a convidar para cinema, café, conversa íntima, como se nada fosse;

  • nunca têm tempo, nunca estão disponíveis, mas 1 vez por mês mandam um sms a dizer “beijinhos grandes, tenho imensas saudades tuas!”;

  • gostam de flirtar pelo chat e de fazer insinuações que nos levam a pensar “hmm… talvez algo mais…”, mas não concretizam nada...

............... ring a bell?

o objectivo é, com o mínimo esforço, manter a outra pessoa como uma hipótese - caso tudo o resto corra mesmo, mesmo mal. uma espécie de seguro contra todos os riscos.

claro que, ao longo da vida, todos nós vamos tendo atitudes de maior/menor flirt e de melhor/pior consequência… mas pelo menos que todos falemos a mesma linguagem, para que se evitem mal-entendidos!

assim sendo, deixo aqui o meu humilde contributo para um potencial futuro dicionário de shelfish-português:


que se faça luz sobre os frágeis diálogos do quotidiano.